BRINCAR É… ALGO QUE DEVE SER FEITO DESDE O BERÇO

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A brincadeira é algo tão especial na vida de qualquer criança que, ao ser questionado sobre uma memória de infância, um adulto dificilmente não envolverá uma brincadeira ou brinquedo preferido.

Mas, se por um lado esse resgate afetivo só parece possível a partir de certa idade, por outro o estímulo para a construção dessas boas lembranças deve começar ainda nos primeiros meses de vida, pois quanto mais precoce for, maior será o desenvolvimento do pequeno.

Ainda no berço, é importante revelar para o bebê o mundo que o cerca e fazê-lo sentir que não está sozinho. Para o pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco Thiago Gara Caetano, nos primeiros meses o estímulo sonoro é um dos mais importantes. “Cantar, brincar, mostrar objetos com sons suaves e deixar a criança tocar nesses objetos em seguida são coisas bem básicas, mas que ajudam no desenvolvimento.”

O especialista afirma que uma criança que vem de uma família que participa da vida dela com o estímulo de brincadeiras se desenvolve muito mais rápido e mostra mais facilidade com práticas como o esporte no futuro, e até com outras atividades do dia a dia.

E, embora possa parecer que os pequenos e as mães foram feitos exclusivamente um para o outro, a brincadeira nessa fase da vida do bebê pode ser um feito incrível para que o pai fortaleça os laços com o filho, conta o pediatra. “O vínculo é muito maior quando o pai passa mais tempo com o filho em uma atividade saudável. Mesmo depois, o que a gente vê é que os pais, ou familiares em geral, querem compensar a ausência ou a falta de ligação levando a criança para comer algo ou comprar alguma coisa. Mas essa não é a maneira correta. O ideal é que principalmente o pai aproveite esse momento da vida da criança para estreitar esse vínculo de maneira saudável com ajuda de atividades lúdicas, de brincadeiras.”

Para praticar

Se o bebê é recém-nascido ou tem menos de três meses de vida, um bom estímulo é pegá-lo no colo, colocar uma música bem calminha e começar um balancinho. Essa é a hora de papais e mamães aproveitarem a desculpa de acalmar ou acarinhar o bebê para colocar os passos de dança em dia. Cuidado apenas para não empolgar demais e chacoalhar a criança.

Nessa hora também vale soltar a voz. De mansinho, para não assustar o neném, canções infantis ou clássicos musicais podem ser apresentados sem medo de desafinar.

Se o bebê for um pouquinho maior, logo começará a pegar tudo que vê pela frente. Essa fase deve ser aproveitada para apresentar objetos ao pequeno. Será um período de experimentações inesquecíveis para quem puder se dar ao luxo de observar como os bebês reagem a cada novidade. Estimule isso enfatizando como funciona cada coisa. Uma caixa, por exemplo, abre e fecha. Um copo plástico que deita e rola…

E assim, quando menos se esperar, aquele bebezinho que parecia tão frágil e alheio às palhaçadas de quem estava à sua volta começará a recompensar a todos com gritinhos de alegria.

Dica | Incentivar é importante

Depois da fase de interação por gritinhos e risinhos, outras virão. Virar, se contorcer, girar na cama – e até cair – são etapas que vão anteceder o feito de se sentar e começar a engatinhar. Ansiosos por esse momento, os pais, muitas vezes, podem se esquecer de elogiar o feito dos filhos. Uma boa forma de mostrar para a criança pequena o quanto aquele avanço foi valioso é bater palmas, o que alegra bastante os bebês.

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